Escrever é um negócio engraçado.
Exige concentração, tempo, dedicação, e, acima de tudo, assunto.
Não dá pra eu decidir "ok, agora vou lá escrever" se não tenho algo sobre o que dissertar, para pôr em questão. Fica algo vazio e sem propósito algum.
É pior ainda quando eu decido sobre o que escrever, paro tudo que esto fazendo, sento, me concentro, e o texto não sai. Não sei, é estranho. Parece que não tá rolando química entre eu e o teclado. E em assuntos químicos eu não me meto.
De qualquer forma, não custa nada tentar... Ficar lembrando de tudo que eu pensei sobre o que escrever ao longo do dia. Porque é só eu me afastar do teclado que surgem mais de mil idéias na minha mente insana (que se tornará vazia assim que eu retornar ao computador).
E é assim. Fazer o quê, né?
Não dá pra fugir.
quinta-feira, 17 de julho de 2008
segunda-feira, 14 de julho de 2008
será?
Nem eu acredito muito na possibilidade de eu levar um blog a sério.
Não por falta do que escrever, mas sim por minhas alterações de humor ou por pura preguiça.
De qualquer forma, tentar não vai me doer nada.
E é de graça - ao contrário das 48.900 sessões de terapia as quais precisaria pra falar nem a metade do que posso vomitar aqui.
Além disso, é uma boa tentativa de comprometimento, já que eu, pra levar a sério ou realizar atividades que não ponham pressão sobre mim, sou um fiasco.
E, por sinal, também preciso me acostumar com as letras maiúsculas, apesar de odiá-las declaradamente.
Caso haja alguém lendo isso além de mim, bem-vindo às minhas sessões de terapia particulares.
Prepare-se pra enfrentar muitos itálicos, advérbios de modo e muito, muito drama.
Não por falta do que escrever, mas sim por minhas alterações de humor ou por pura preguiça.
De qualquer forma, tentar não vai me doer nada.
E é de graça - ao contrário das 48.900 sessões de terapia as quais precisaria pra falar nem a metade do que posso vomitar aqui.
Além disso, é uma boa tentativa de comprometimento, já que eu, pra levar a sério ou realizar atividades que não ponham pressão sobre mim, sou um fiasco.
E, por sinal, também preciso me acostumar com as letras maiúsculas, apesar de odiá-las declaradamente.
Caso haja alguém lendo isso além de mim, bem-vindo às minhas sessões de terapia particulares.
Prepare-se pra enfrentar muitos itálicos, advérbios de modo e muito, muito drama.
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