quinta-feira, 14 de agosto de 2008

adeus também foi feito pra se dizer

Às vezes eu fico tonta, assim, de graça...
De graça, de graça, não. Motivo tem, né?
Mas não faz sentido.

Quer dizer, é uma coisa que já era ra ter sido esquecida, ter ficado para trás.
Ter virado poeira e uma mera lembrança largada nos confins da minha memória.
Mas, inconscientemente, a saudade bate sem aviso prévio.

É impressionante como eu NUNCA consigo enterrar meus defuntos. E, porra, isso dá a eles uma irrecusável oportunidade de ressurgirem e me perseguirem, fisicamente ou não.

Quando não sou eu correndo atrás, são eles.

Minha consciência não me deixa em paz, e ela é o pior inimigo que eu posso vir a ter.
Me perturba, grita, desesperada, exigindo por atenção. Repete, insiste e me obriga a, mesmo que contrariada, realizar seus mais incabíveis desejos.

Na boa, tô delirando.

tchau.