Eu definitivamente não consigo evitar o assunto frustração. Nos meus pensamentos e nas minhas palavras.
É complicado demais pra mim decidir agir ou não sabendo que corro o risco de quebrar a cara mais uma vez. Parece definitivo, eu me sinto como uma vidraça toda rachada, estilhaçada. E que se levar mais uma porrada, por menor que seja, o resultado vai ser infinitos cacos no chão.
Não dá, eu sou de criar expectativas e pronto. Se não crio, é porque não me importo com a situação. Às vezes isso de não me importar e conseqüentemente não me animar faz bem. Subestimar as coisas (ok, pessoas) não é tão legal e nem um pouco altruísta, mas muitas das vezes eu me surpreendo bastante.
Mas nem toda surpresa é boa...
Ontem, por exemplo, eu saí. Foi bem de repente, como praticamente tudo que me acontece.
Tinha show d'O Rappa. Minha tia conseguiu 4 ingressos totally free pra eu e minha prima irmos, e, se é de graça, o universo quer que eu saia.
Eu não planejava absolutamente nada pra minha sexta-feira, mas já que o universo queria tanto que eu saísse, eu decidi: "ok, universo, eu saio".
Decisão tomada, lá fui eu.
Chegamos lá, encontrei de cara uma amiga minha que ia. Ela tava com mais duas amigas, me apresentei e fiquei fazendo hora com elas na porta do Canecão até decidirmos entrar.
Eis que o acontecimento da noite se dá. Uma das meninas reconhece um suposto amigo que estava por perto, foi encontrá-lo e chega com o ser mais perfeito que eu já vi na vida.
Eu queria agarrar ele, casar com ele, jurar amor eterno a ele, me amarrar a ele e toda a sua perfeição pra nunca mais largar.
Ele ficava sumindo e aparecendo, e toda vez que ele ressurgia eu queria morrer só de olhar praquele monumento. Por alguns segundos eu até achei que realmente gostava de homens.
Na hora eu tava realmente obcecada pela criatura, e ficava vesga só de olhar pra ele, mas... Como em todo show, acabei me perdendo ds meninas e deixei a neura pra lá. Devia ter mais uns 3.000 caras pra eu cismar ali dentro, e dor-de-cotovelo era (e ainda é) a última coisa que eu precisava.
Eis que o universo resolve agir mais uma vez, e, enquanto eu estava completamente distraída, assistindo ao Falcão fazer aiôua-êê com outra amiga garimpada pelos cantos do Canecão, quem me aparece com a maior cara de cachorro sem dono? O PRÓPRIO.
Eu sei, eu sei, o universo me ama. Colocar o cara mais gato dessa galáxia enquanto estava completamente perdido e com cara de vítima na minha frente é muita coragem.
Mas... bom. Apesar de ele ter passado o resto do show ouvindo o Falcão pregar sua filosofia igualitária pulando na minha frente enquanto eu o segurava pra não despencar, eu não consegui fazer nada. Nem chegar, nem dar uma rendida, nem um molezinho sequer. A minha filosofia anti-frustração me impediu de fazer qualquer coisa que pudesse o tornar um completo imbecil e fizesse com que eu me arrependesse amargamente de achar que ele era perfeito.
Quer dizer, prefiro manter ele na minha mente insana sendo indefectível do que acabar me aproximando do indivíduo e descobrir uma série de fatos que mudem completamente a imagem que tenho dele. Enquanto sonho, ele pode ser quem eu quiser que ele seja.
Prefiro evitar a realidade enquanto ainda posso.
(Principalmente depois de ter decidido encará-la tão de perto e hoje me questionar se realmente valeu a pena me submeter às suas garras ou não.)
De qualquer forma, hoje, como boa compulsiva-obsessiva, fui catá-lo no orkut e guess what? Não precisei nem me dar o trabalho de beijar a boca dele pra me amargurar: descobri que ele é leskão de fotolog, arrota horrores suas viagens à Europa e põe carimbos ENORMES escrito LUCAS SPIKE em suas fotos.
E isso só me leva a uma única saída:
Novo item adicionado à minha política de não-aproximação:
- Não catarás o orkut no dia seguinte.
sábado, 30 de agosto de 2008
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
sabe, eu te conheço.
Sabe, eu te conheço.
O seu 'adeus' é 'até logo', o seu 'nunca mais' é 'pra sempre', o seu 'não' é 'sim'.
E eu sei disso tudo porque me conheço também, e eu funciono da mesma maneira.
A gente só anda em círculos, vive dando voltas e correndo atrás dos próprios rabos, sem nem saber o porquê.
Já virou vício essa mania de procurar um ao outro. Falar besteira, incomodar de propósito, importunar até as dores e problemas antigos voltarem todos, um a um.
Até parece que, quando a dúvida sobre o que fazer com relação a nós surge, dá uma sensação de alívio, de dever cumprido. Mas, na verdade, o que dá é uma dor - ou algo semelhante.
Parece saudade, mas saudade do quê se a gente só se mata e se consome faz bastante tempo já?
Deve ser saudade de quando as coisas eram... não diria fáceis, mas sim menos difíceis. Quando essa situação não tinha ainda se tornado maior do que nós.
Hoje tomou uma dimensão tão grande que parece surreal a idéia deque sorrir juntos e achar tudo mágico e simples é possível.
Ou de que sintonia existe, ou de que foi tudo um sonho (que se realizou sem deixar de parecer um sonho).
Botar tudo a perder não foi uma opção tomada por vontade própria. Nem minha, nem sua.
Mas o que poderia ter sido feito para evitar a catástrofe que se sucedeu foi simplesmente ignorado.
Não foi culpa nossa, não houve aviso prévio. A desgraça não bateu na nossa porta antes de chegar destruindo o nosso lar.
Apenas aconteceu, de repente.
E, sem que ninguém esperasse...
Lá fomos nós.
Mas, olha, tá tudo bem.
Porque, sabe, eu te conheço...
O seu 'adeus' é 'até logo', o seu 'nunca mais' é 'pra sempre', o seu 'não' é 'sim'.
E eu sei disso tudo porque me conheço também, e eu funciono da mesma maneira.
A gente só anda em círculos, vive dando voltas e correndo atrás dos próprios rabos, sem nem saber o porquê.
Já virou vício essa mania de procurar um ao outro. Falar besteira, incomodar de propósito, importunar até as dores e problemas antigos voltarem todos, um a um.
Até parece que, quando a dúvida sobre o que fazer com relação a nós surge, dá uma sensação de alívio, de dever cumprido. Mas, na verdade, o que dá é uma dor - ou algo semelhante.
Parece saudade, mas saudade do quê se a gente só se mata e se consome faz bastante tempo já?
Deve ser saudade de quando as coisas eram... não diria fáceis, mas sim menos difíceis. Quando essa situação não tinha ainda se tornado maior do que nós.
Hoje tomou uma dimensão tão grande que parece surreal a idéia deque sorrir juntos e achar tudo mágico e simples é possível.
Ou de que sintonia existe, ou de que foi tudo um sonho (que se realizou sem deixar de parecer um sonho).
Botar tudo a perder não foi uma opção tomada por vontade própria. Nem minha, nem sua.
Mas o que poderia ter sido feito para evitar a catástrofe que se sucedeu foi simplesmente ignorado.
Não foi culpa nossa, não houve aviso prévio. A desgraça não bateu na nossa porta antes de chegar destruindo o nosso lar.
Apenas aconteceu, de repente.
E, sem que ninguém esperasse...
Lá fomos nós.
Mas, olha, tá tudo bem.
Porque, sabe, eu te conheço...
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quinta-feira, 14 de agosto de 2008
adeus também foi feito pra se dizer
Às vezes eu fico tonta, assim, de graça...
De graça, de graça, não. Motivo tem, né?
Mas não faz sentido.
Quer dizer, é uma coisa que já era ra ter sido esquecida, ter ficado para trás.
Ter virado poeira e uma mera lembrança largada nos confins da minha memória.
Mas, inconscientemente, a saudade bate sem aviso prévio.
É impressionante como eu NUNCA consigo enterrar meus defuntos. E, porra, isso dá a eles uma irrecusável oportunidade de ressurgirem e me perseguirem, fisicamente ou não.
Quando não sou eu correndo atrás, são eles.
Minha consciência não me deixa em paz, e ela é o pior inimigo que eu posso vir a ter.
Me perturba, grita, desesperada, exigindo por atenção. Repete, insiste e me obriga a, mesmo que contrariada, realizar seus mais incabíveis desejos.
Na boa, tô delirando.
tchau.
De graça, de graça, não. Motivo tem, né?
Mas não faz sentido.
Quer dizer, é uma coisa que já era ra ter sido esquecida, ter ficado para trás.
Ter virado poeira e uma mera lembrança largada nos confins da minha memória.
Mas, inconscientemente, a saudade bate sem aviso prévio.
É impressionante como eu NUNCA consigo enterrar meus defuntos. E, porra, isso dá a eles uma irrecusável oportunidade de ressurgirem e me perseguirem, fisicamente ou não.
Quando não sou eu correndo atrás, são eles.
Minha consciência não me deixa em paz, e ela é o pior inimigo que eu posso vir a ter.
Me perturba, grita, desesperada, exigindo por atenção. Repete, insiste e me obriga a, mesmo que contrariada, realizar seus mais incabíveis desejos.
Na boa, tô delirando.
tchau.
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terça-feira, 12 de agosto de 2008
puta, eu?!
Eu não tô puta.
Por que eu deveria estar puta?
Não há motivo algum para que eu fique puta.
De forma alguma.
Quer dizer, só porque eu quebrei a cara novamente e me fudi mais uma vez, isso não quer dizer que eu não posso sorrir e gargalhar e morrer de alegria. Claro que não.
Não preciso dos meus planos e expectativas dando certo para ser feliz, não é mesmo?
Aliás, não ligo se todos eles foram pra casa do caralho, fading away como se nada de estranho tivesse acontecido.
Tudo bem, a vida está uma merda mesmo.
A parada é dar a descarga e fingir que nada aconteceu.
-
Quer dizer, eu realmente devo ser assustadora mesmo.
Porque, porra, a pessoa DO NADA some. De-sa-pa-re-ce.
E foi só da minha vida. Quer dizer, do meu orkut.
Mas quem se importa? A questão foi que...
Cara, tava tudo tipo super planejado na minha mente. MSN, fotolog, e tcharãn.
Daí já seria sábado novamente e já tava tudo certo pra gente sair de novo.
Mas saiu tudo do meu controle e agora eu tô aqui.
PUTA, esperando alguma solução cair do céu.
(ou pelo menos essa idéia sair da minha mente)
Por que eu deveria estar puta?
Não há motivo algum para que eu fique puta.
De forma alguma.
Quer dizer, só porque eu quebrei a cara novamente e me fudi mais uma vez, isso não quer dizer que eu não posso sorrir e gargalhar e morrer de alegria. Claro que não.
Não preciso dos meus planos e expectativas dando certo para ser feliz, não é mesmo?
Aliás, não ligo se todos eles foram pra casa do caralho, fading away como se nada de estranho tivesse acontecido.
Tudo bem, a vida está uma merda mesmo.
A parada é dar a descarga e fingir que nada aconteceu.
-
Quer dizer, eu realmente devo ser assustadora mesmo.
Porque, porra, a pessoa DO NADA some. De-sa-pa-re-ce.
E foi só da minha vida. Quer dizer, do meu orkut.
Mas quem se importa? A questão foi que...
Cara, tava tudo tipo super planejado na minha mente. MSN, fotolog, e tcharãn.
Daí já seria sábado novamente e já tava tudo certo pra gente sair de novo.
Mas saiu tudo do meu controle e agora eu tô aqui.
PUTA, esperando alguma solução cair do céu.
(ou pelo menos essa idéia sair da minha mente)
domingo, 10 de agosto de 2008
private gods
sempre quis deixar claro que o propósito inicial desse blog era ser uma válvula de escape minha.
não que eu precise realmente justificar alguma ausência minha por aqui, mas, futuramente, caso algum leitor ocasional (ou até eu mesma) venha a notar que passei um longo período de tempo sem escrever nada e isso gere algum tipo de indignação, bom... faltou tesão.
de qualquer forma... (ih, esqueci das maiúsculas).
Ok, agora sim.
De qualquer forma, eu voltei. Não só para me redimir em relação à ausência, mas também para livrar minha consciência da confusão sob a qual está submetida no momento.
Acontece que eu tenho uma desagradável mania.
Tudo bem, não é só uma, mas no momento a mais irritante e problemática parece ser a de perseguição. E não, eu não acho que estou constantemente sendo perseguida.
Eu persigo, constante e inevitavelmente.
Não a todos, mas hoje notei que esse número não é tão limitado o quanto eu imaginava.
Fora isso, o problema é um tanto quanto curioso.
Eu tenho perfeito conhecimento da minha mania de, digamos, endeusar as pessoas. As coloco num altar e as admiro de uma maneira quase obsessiva. Mas o problema é como isso se reflete em mim, ou no meu dia-a-dia.
Há paixões (podem ser tranqüilamente assim chamadas) que vêm de séculos. Começam com uma leve admiração, ou uma curiosidade despertada por beleza, inteligência ou o que for.
Mas a tecnologia (preciso culpar alguém, mil perdões) não me permite evitar descobrir a cada dia algo novo sobre meus objetos de admiração. É inevitável. Eu entro lá, e ali estão seus rostos, indefectíveis, intraduzíveis, esperando meu clique e as minhas leituras e investigações diárias sobre suas curiosíssimas vidas (ok, às vezes nem tanto, minha imaginação que faz isso com elas).
E meus alvos provavelmente não têm a mínima noção da minha existência. E, quando têm, sequer pensam em mim, que dirá na minha vida como eu penso na deles.
Mas, olha, não posso deixar de dizer que eles são completamente passíveis de admiração. Belas vozes, charmes irresistíveis, belezas encantadoras, inteligências admiráveis... Meu grau de seleção é altíssimo. Modéstia a parte, eu não peco na seleção de meus deuses particulares.
Ainda não consegui definir se isso me faz mal ou minha condição psicológica não é alterada por tal comportamento (uma coisa dessas não pode fazer bem). Mas, de qualquer forma, continuo vivendo perseguindo quem não me conhece, e refletindo sobre suas vidas. Quem sabe um dia, em algum lugar, alguém não me persegue também?
Well, guess what?
I'm a stalker.
não que eu precise realmente justificar alguma ausência minha por aqui, mas, futuramente, caso algum leitor ocasional (ou até eu mesma) venha a notar que passei um longo período de tempo sem escrever nada e isso gere algum tipo de indignação, bom... faltou tesão.
de qualquer forma... (ih, esqueci das maiúsculas).
Ok, agora sim.
De qualquer forma, eu voltei. Não só para me redimir em relação à ausência, mas também para livrar minha consciência da confusão sob a qual está submetida no momento.
Acontece que eu tenho uma desagradável mania.
Tudo bem, não é só uma, mas no momento a mais irritante e problemática parece ser a de perseguição. E não, eu não acho que estou constantemente sendo perseguida.
Eu persigo, constante e inevitavelmente.
Não a todos, mas hoje notei que esse número não é tão limitado o quanto eu imaginava.
Fora isso, o problema é um tanto quanto curioso.
Eu tenho perfeito conhecimento da minha mania de, digamos, endeusar as pessoas. As coloco num altar e as admiro de uma maneira quase obsessiva. Mas o problema é como isso se reflete em mim, ou no meu dia-a-dia.
Há paixões (podem ser tranqüilamente assim chamadas) que vêm de séculos. Começam com uma leve admiração, ou uma curiosidade despertada por beleza, inteligência ou o que for.
Mas a tecnologia (preciso culpar alguém, mil perdões) não me permite evitar descobrir a cada dia algo novo sobre meus objetos de admiração. É inevitável. Eu entro lá, e ali estão seus rostos, indefectíveis, intraduzíveis, esperando meu clique e as minhas leituras e investigações diárias sobre suas curiosíssimas vidas (ok, às vezes nem tanto, minha imaginação que faz isso com elas).
E meus alvos provavelmente não têm a mínima noção da minha existência. E, quando têm, sequer pensam em mim, que dirá na minha vida como eu penso na deles.
Mas, olha, não posso deixar de dizer que eles são completamente passíveis de admiração. Belas vozes, charmes irresistíveis, belezas encantadoras, inteligências admiráveis... Meu grau de seleção é altíssimo. Modéstia a parte, eu não peco na seleção de meus deuses particulares.
Ainda não consegui definir se isso me faz mal ou minha condição psicológica não é alterada por tal comportamento (uma coisa dessas não pode fazer bem). Mas, de qualquer forma, continuo vivendo perseguindo quem não me conhece, e refletindo sobre suas vidas. Quem sabe um dia, em algum lugar, alguém não me persegue também?
Well, guess what?
I'm a stalker.
quinta-feira, 17 de julho de 2008
(des)escrevendo
Escrever é um negócio engraçado.
Exige concentração, tempo, dedicação, e, acima de tudo, assunto.
Não dá pra eu decidir "ok, agora vou lá escrever" se não tenho algo sobre o que dissertar, para pôr em questão. Fica algo vazio e sem propósito algum.
É pior ainda quando eu decido sobre o que escrever, paro tudo que esto fazendo, sento, me concentro, e o texto não sai. Não sei, é estranho. Parece que não tá rolando química entre eu e o teclado. E em assuntos químicos eu não me meto.
De qualquer forma, não custa nada tentar... Ficar lembrando de tudo que eu pensei sobre o que escrever ao longo do dia. Porque é só eu me afastar do teclado que surgem mais de mil idéias na minha mente insana (que se tornará vazia assim que eu retornar ao computador).
E é assim. Fazer o quê, né?
Não dá pra fugir.
Exige concentração, tempo, dedicação, e, acima de tudo, assunto.
Não dá pra eu decidir "ok, agora vou lá escrever" se não tenho algo sobre o que dissertar, para pôr em questão. Fica algo vazio e sem propósito algum.
É pior ainda quando eu decido sobre o que escrever, paro tudo que esto fazendo, sento, me concentro, e o texto não sai. Não sei, é estranho. Parece que não tá rolando química entre eu e o teclado. E em assuntos químicos eu não me meto.
De qualquer forma, não custa nada tentar... Ficar lembrando de tudo que eu pensei sobre o que escrever ao longo do dia. Porque é só eu me afastar do teclado que surgem mais de mil idéias na minha mente insana (que se tornará vazia assim que eu retornar ao computador).
E é assim. Fazer o quê, né?
Não dá pra fugir.
segunda-feira, 14 de julho de 2008
será?
Nem eu acredito muito na possibilidade de eu levar um blog a sério.
Não por falta do que escrever, mas sim por minhas alterações de humor ou por pura preguiça.
De qualquer forma, tentar não vai me doer nada.
E é de graça - ao contrário das 48.900 sessões de terapia as quais precisaria pra falar nem a metade do que posso vomitar aqui.
Além disso, é uma boa tentativa de comprometimento, já que eu, pra levar a sério ou realizar atividades que não ponham pressão sobre mim, sou um fiasco.
E, por sinal, também preciso me acostumar com as letras maiúsculas, apesar de odiá-las declaradamente.
Caso haja alguém lendo isso além de mim, bem-vindo às minhas sessões de terapia particulares.
Prepare-se pra enfrentar muitos itálicos, advérbios de modo e muito, muito drama.
Não por falta do que escrever, mas sim por minhas alterações de humor ou por pura preguiça.
De qualquer forma, tentar não vai me doer nada.
E é de graça - ao contrário das 48.900 sessões de terapia as quais precisaria pra falar nem a metade do que posso vomitar aqui.
Além disso, é uma boa tentativa de comprometimento, já que eu, pra levar a sério ou realizar atividades que não ponham pressão sobre mim, sou um fiasco.
E, por sinal, também preciso me acostumar com as letras maiúsculas, apesar de odiá-las declaradamente.
Caso haja alguém lendo isso além de mim, bem-vindo às minhas sessões de terapia particulares.
Prepare-se pra enfrentar muitos itálicos, advérbios de modo e muito, muito drama.
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